Prof. Enio Leite.

O advento da fotografia em cores (III).

Por Prof. Dr. Enio Leite.


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Finalmente, por meio de um branqueador eliminava-se a prata de modo que ficasse só a cor. Em seguida, estes slides eram superpostos e projetados de uma só vez no mesmo aparelho sem a utilização de qualquer filtro adicional. Quando as cores subtrativas se misturavam sobre a tela, obtinha-se as cores originais do objeto fotográfico.

Ducos du Hauron - 1869
Ducos du Hauron - 1869

Mas até então todos os métodos pesquisados eram artesanais e relativamente onerosos, não permitindo sua "eventual" industrialização.

Fotografia ano 1870 - 1871
Fotografia ano 1870 - 1871

Com o último, solucionou-se o problema dos três projetores, filtros de proteção e da prata, mas a questão do movimento ainda permanência em pauta.

Pensou-se então em reunir as três fotos em uma só e o único meio viável seria um material sensível com três camadas diferentes - três emulsões sendo que cada uma seria sensível a uma só e a única cor, evitando assim o problema dos filtros na hora de fotografar.

A emulsão sensível ao azul não apresentou nenhum problema na sua construção, pois até então todos os materiais sensíveis impressionavam esta cor. Isso constituía porem, a maior dificuldades para que as outras camadas fossem sensíveis somente ao verde e vermelho, devido ao fato de serem compostas pôr partes de brometo de prata, eram também sensíveis ao azul.





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