El Gea

Pneumonia Asiática (III).

Por o Terapeuta Michel Kallas.


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Encarar os sofrimentos decorrentes da purificação como indício de piora constitui um erro terrível. Temendo a febre, o homem procura baixá-la. E ao baixar a febre, interrompe a dissolução das toxinas solidificadas. A tosse e todos os outros sintomas diminuem e a doença parece ter sido curada. Mas, ao contrário, o que o tratamento médico fez, foi simplesmente tentar re-solidificar as toxinas que já haviam começado a dissolver-se. Esse é o efeito das bolsas de gelo, cataplasmas, medicações, injeções, etc. Com a total solidificação das toxinas, desaparecem os sintomas e o homem se alegra, julgando estar curado. Mal sabe ele que esses métodos supressivos ataram a mão que iria efetuar a limpeza. Isto é comprovado pelos fatos. Freqüentemente ouvimos dizer que uma gripe se complicou. Isto se deve às >tentativas feitas pelo homem para impedir que o organismo se purifique. O atrito entre a purificação e a contra-purificação prolonga o processo. E mesmo quando advém a cura, a gripe não tarda a voltar.

Os resultados indicam que os tratamentos médicos, através dos remédios utilizados atualmente não são meios para curar doenças. São um meio de não curá-las e prolongá-las. A verdadeira cura consiste na eliminação das toxinas e na limpeza do organismo, a fim de livrá-lo das causas das enfermidades. A verdadeira medicina é a que ajuda o organismo, quando surge uma purificação, a dissolver rapidamente a maior quantidade possível de toxinas. Esta é a única terapêutica genuína.

Suprimir a purificação é como protelar uma dívida. Suponhamos que ao ser instado pelo credor, o indivíduo, em lugar de saldá-la com um pouco de sacrifício, prefira pagá-la com dinheiro emprestado a juros. Temporariamente sente-se aliviado. Mas ao vencer o prazo de pagamento, torna a endividar-se, protelando o problema por mais algum tempo. Enquanto isso os juros se acumulam, aumentando o saldo devedor. Os pedidos de pagamento são cada vez mais insistentes mas, ante o montante da dívida, torna-se quase impossível resgatá-la. Os credores, insatisfeitos, movem uma ação judicial pedindo o embargo de seus bens. Por fim, incapaz de resgatar suas dívidas, o indivíduo abre falência.

O mesmo ocorre com a gripe. Se ele tivesse saldado a dívida, ainda que com dificuldades, ao receber a primeira intimação, o problema estaria solucionado. Mas quando recorre aos tratamentos medicamentosos, que se baseiam principalmente nos remédios, ele apenas encontra um alívio temporário, pois sua dívida se avulta. A cada nova protelação mais aumentam mas toxinas, até que, finalmente, a cobrança é feita de uma vez. É o caso da pneumonia.

Por outro lado, o credor pode levar em consideração a solvência do devedor, cobrando a dívida gradualmente. É o caso da tuberculose.


Terapeuta Michel Kallas. RG: 19.479.568-8 SSP PR. / Instituto de Medicina com as mãos.
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