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Fórum Social, Chávez e o "dilema" venezuelano (I).

Por CubDest Servicio de Difusión.


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Até os mais próximos aliados do presidente venezuelano percebem que seu impopular governo encontra-se ante um arriscado "dilema" e, junto com ele, as forças de esquerda que a nível internacional o apoiam.

O presidente Hugo Chávez, da Venezuela, em sua visita a Porto Alegre, durante o 3º Fórum Social Mundial, ameaçou passar à luta armada, seguindo os passos do guerrilheiro argentino-cubano Che Guevara: "Eu já guardei meu fuzil e não quero voltar a segurá-lo, porém lá o tenho guardado e se as oligarquias não aceitam as mudanças em paz, como disse o "Che" Guevara, ruídos de combate e rajadas de metralhadoras troarão", disse ante alguns milhares de seus partidários que o aguardavam em frente ao Palácio Piratini, sede do governo do Estado do Rio Grande do Sul.

O prejuízo ocasionado à imagem "anti-belicista" do FSM pela presença do incendiário e polêmico visitante, levou os organizadores a esclarecer que não lhe haviam feito um convite oficial. Mais ainda, quando seu governo pró-castrista, com metas e métodos de confrontação, está obtendo o rechaço crescente de boa parte dos venezuelanos.

Todavia, isso não impediu que Chávez recebesse o respaldo de figuras importantes do comitê internacional do tal evento, como Bernard Cassen e Ignacio Ramonet, diretores do Le Monde Diplomatique, considerados entre os fundadores do FSM e líderes de sua ala radical. Cassen elogiou como animadora para as esquerdas, a "vontade de resistência" dos governos de Chávez na Venezuela, Lula no Brasil, Lucio Gutiérrez no Equador e Fidel Castro em Cuba. Sobre o primeiro, disse que "despertou 80% do povo venezuelano" que hoje "se organiza nos 'círculos bolivarianos'", algo "intolerável para as classes médias e altas". E proclamou demagogicamente que as manifestações chavistas seriam duas vezes maiores que as anti-chavistas, fenômeno que, segundo ele, é ocultado pelos meios de comunicação venezuelanos, aos quais acusou de "golpistas" e de incentivar uma "guerra civil".

Figuras da chamada ala radical do governante Partido dos Trabalhadores, do Brasil, presentes no Fórum Social Mundial e no simultâneo Fórum Parlamentar Mundial, também apoiaram a presença de Chávez. Foi o caso do ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto, que a qualificou de "muito positiva"; de deputados federais como Milton Temer e João Batista Oliveira, Babá; de deputados estaduais como Raul Pont e Luciana Genro; e do prefeito de Porto Alegre, João Verle.





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