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Livre-comércio: divisor de águas (I)

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"Livre-comércio, divisor de águas entre os favoráveis e os contrários à liberdade econômica"

No atual governo brasileiro, o componente ideológico que impregna setores do Itamaraty, regredindo ao terceiro-mundismo dos anos 70, os leva a admitir acordos comerciais com qualquer país, especialmente, os do "sul", mas não com os Estados Unidos, uma atitude irrealista e até míope, afirma Lindenberg em recente artigo.

* Adolpho Lindenberg é autor do livro "Os católicos e a economia de mercado", em que denuncia uma política com viés esquerdista que censura, marginaliza ou encobre com um manto de silêncio, opiniões "politicamente incorretas", não afinados com as assim denominadas "causas sociais" inspiradas na teologia da libertação e nos Fóruns Sociais. Assim, os meios de comunicação, e a própria sociedade brasileira, estão sendo "patrulhados".

* Em seu recente artigo "A economia de mercado e o livre-comércio", da Série Temas Patrulhados, o autor lamenta que a economia de mercado e o livre-comércio continuem sendo o alvo predileto da dialética intervencionista e progressista. Os argumentos usados se repetem como certas melodias dos clássicos realejos de antigamente, comenta Lindenberg, que em seu artigo enumera uma série dessas diatribes, das quais citamos aqui:

- Livres de quaisquer tabelamento ou fiscalização de "órgãos competentes", os preços subiriam assustadoramente, empobrecendo os consumidores, deixando-os indefesos diante da ganância dos industriais, fazendeiros, comerciantes, etc.

- A ganância dos industriais e o esmagamento das pequenas empresas incapazes de competir contra os gigantes empresariais, só sofreriam limites se o Estado intervier no mercado, via controle de preços, estatização das empresas de serviços públicos, subsídios e barreiras alfandegárias.

- O livre-comércio seria a porta de entrada dos produtos das multinacionais em nosso país com o intuito de nos explorar e nos submeter ao imperialismo norte-americano.

* A estas e outras diatribes analisadas e refutadas no artigo, se soma, no atual governo brasileiro, o componente ideológico que passou a impregnar setores do Itamaraty, parecendo ter regredido ao terceiro-mundismo dos anos 70, dispostos a admitir acordos comerciais com qualquer país, especialmente, os do "sul", mas não com os Estados Unidos. Atitude de nossa diplomacia que tem sido qualificada de "irrealista" por analistas políticos e criticada enfaticamente.





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